Receber um diagnóstico de câncer de pele assusta. Mas há uma mensagem importante que todo paciente precisa ouvir: na maioria dos casos, especialmente quando descoberto cedo, o câncer de pele tem cura. O cirurgião dermatológico Dr. Raphael Calhau explica.
As chances de cura são altas
Os tipos mais comuns de câncer de pele — o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular — têm taxas de cura muito altas quando tratados no início, em geral acima de 90%. Até o melanoma, o tipo mais grave, tem excelente prognóstico quando identificado nas fases iniciais. Ou seja: o tempo joga a favor de quem se cuida e procura ajuda cedo.

Por que o diagnóstico precoce muda tudo
Quanto mais cedo o câncer de pele é tratado:
- menor é a cirurgia necessária;
- melhor tende a ser o resultado estético, principalmente no rosto;
- menor é o risco de o tumor se espalhar;
- maiores são as chances de cura definitiva.
É por isso que observar a pele e não adiar a consulta faz tanta diferença.

Tratou? O cuidado continua
Quem já teve câncer de pele tem mais chance de desenvolver novas lesões no futuro. Por isso, mesmo após a cura, mantêm-se dois hábitos essenciais: a proteção solar diária e o acompanhamento periódico com o especialista, além do autoexame regular.
A prevenção é a melhor notícia de todas
Mais do que tratável, o câncer de pele é, em grande parte, evitável. Proteger-se do sol, observar a pele e procurar ajuda diante de qualquer sinal é o caminho para nunca precisar de um tratamento — ou para tratá-lo cedo, com tranquilidade e bons resultados.
Tem uma lesão que preocupa ou quer avaliar a sua pele? Agende uma consulta com o Dr. Raphael Calhau pelo WhatsApp.
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica.